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Ação Social / Utilidade Pública, Comportamento, Diário da Si, Notícia, Polêmicos, Reclamações

A CHUVA NO RIO DE JANEIRO

O Rio de Janeiro continua lindo… ah sim, continua! Paisagens naturais aqui na minha cidade são realmente deslumbrantes. E eu não estou falando apenas de praias não… porque essas, sinceramente, nem são as mais belas do país. Mas temos cada canto lindo na nossa cidade. Temos a maior floresta urbana do MUNDO!!! E ela é um show mesmo! Pena que aqui no Rio, tudo é esculhambado, tudo é maltratado, tudo é abandonado… E quando eu digo tudo, eu culpo todos! Incluindo você, e eu!

Muito triste com tudo o que tem acontecido nessas chuvas intensas dessa semana. Mas o que me deixa triste mesmo, é que as pessoas sempre tentam encontrar um culpado: o prefeito, o governo, o morador, o lixeiro… E concordo que todos temos culpa, de alguma forma. Mais triste ainda porque isso acontece há anos, mas nunca tinha tido essa proporção em locais de “gente com grana”. Quando era apenas no subúrbio ou na baixada, pouco importava as árvores caídas, os carros ou casas velhas destruídas… “Pobre” nunca tem nada pra perder tudo, né? Já diziam as piadas!

Seria engraçado mesmo, se não fosse trágico. Mas a verdade é que só tem se noticiado tanto as desgraças dos últimos temporais, porque a zona sul está sendo afetada. E não apenas nos morros, mas nas ruas de quem paga IPTU caro, de quem perde as coisas e pode comprar tudo novo e à vista, mas também tem medo de perder é a vida! Nessas horas as pessoas lembram que o mais importante é valorizar isso!

Quando uma desgraça acontecer, não procure culpados. AJUDE como puder! Simples assim! Não importa quem fez o que, faça você a sua parte! Foi longe de você, mas você pode ajudar de alguma forma? Faça! Não espere que aconteça na sua casa, na sua rua, na sua família…

O problema maior aqui do Rio é que o carioca não se importa com o todo. Enquanto acontecia somente onde tinha o “pobre” (e isso já acontece há décadas!!!), a notícia era deixada pra lá. O problema é que as favelas dominaram toda a zona sul, e morando em lugares de rico (e risco), eles não querem sair. Quem mora no Vidigal não quer ir pra Caxias. Quem mora na Rocinha, não aceita ir pra Nova Iguaçu.

O poder público não deveriam não ter deixado a comunidade crescer, porque agora, é difícil extinguir. E não, não estou dizendo que eles são culpados. Mas também o são! A produção de lixo nas favelas é absurdo. A não preocupação com o lixo nas nossas casas é absurdo! O destino do lixo na própria Comlurb é absurdo. Um absurdo atrás do outro, e a gente só lembra disso quando a desgraça acontece!

A chuva simplesmente veio. Depois de dias de um calor absurdo, a natureza fez a parte dela para nos salvar. E o que nós continuamos a fazer por ela??? N-A-D-A! A gente não faz nada. A gente não se preocupa com o lixo orgânico que poderia usar de adubo. A gente não tem tempo de separar o lixo em categorias. A gente não sabe onde levar o lixo eletrônico, o lixo químico, enfim… a gente só sabe produzir, e produzir cada vez mais!

É tão assustador a quantidade de lixo que transborda nas enchentes, que não demora muito para vir na mente o fim do mundo como um grande lixão. Será que só assim iremos nos preocupar com isso? Será que só assim iremos tentar soluções para mudar esse cenário?  Porque a gente espera as desgraças para agir?

Eu mesma estou aqui escrevendo, e pensando: “Meu Deus, e o que eu posso fazer?” Enquanto isso, minha lata de lixo está enchendo, como todos os dias. Eu separo latas e garrafas, a coleta aqui na rua é em dias separados do lixo comum. Mas a Comlurb é aqui na esquina, e quando chega lá, vai tudo pro mesmo lugar. Dá pra acreditar? Sou feita de palhaça pra quê? Pra ficar com a consciência limpa apenas, achando que fiz a MINHA PARTE?

Acho que enquanto a gente não pensar e agir junto, e continuar apenas cobrando dos outros, vai continuar acontecendo essas desgraças. Por onde podemos começar? Fica a dúvida.

Comportamento, Diversos, Negócios, Notícia, Polêmicos

QUAL A DIFICULDADE DAS EMPRESAS NAS REDES SOCIAIS?

Puxa a cadeira, pega um café, que o texto vai ser longo…

Estamos no final de 2018, e parece que a maioria das pessoas ainda não entendem muito bem como “trabalhar” nas redes sociais. Sim, trabalhar!

Há poucos meses tivemos uma “revolução” aqui na internet brasileira, devido a política. Independente do seu voto, #EleSim #EleNão, as redes sociais mostraram o seu poder. Mas ainda assim, algumas marcas ainda não entenderam como as coisas funcionam.

Pra começar, vamos pensar: “Para que serve uma rede social?” Para fazer amizades, para que os amigos possam ver nossas conquistas, alegrias, e também acompanhar momentos de tristeza. Momentos e acontecimentos que, na distância (e sem as redes), muitas vezes não seriam compartilhados, e alguns amigos nem teriam como saber!  A gente pode manter a amizade “próxima” mesmo quando esses amigos vão para outro bairro, outra cidade, outro país!!!  Trocar de escola, de curso, de faculdade? Não é mais problema há tanto tempo! Casou, se mudou, teve filhos? Ah… que delícia! Porque mesmo distantes fisicamente, a gente pode acompanhar através das redes sociais, o barrigão da amiga crescer, o parto, o aniversário dos filhos… Isso é tão indescritivelmente maravilhoso!

E o melhor, é que a gente não apenas acompanha isso, mas também interage: deixa um recadinho, uma figurinha, uma mensagem. Quando liga, pode não apenas ouvir a voz, mas conversar “cara a cara”. E novamente eu digo: isso é tão indescritivelmente maravilhoso! Quem tem parentes longe, podem continuar se vendo mesmo estando a quilômetros de distância. Meu Deus!

Mas como eu disse no início do texto, para que tudo isso aconteça, tem muita gente trabalhando por trás! E claro, com as redes sociais cada vez crescendo mais, as empresas também quiseram “fazer amigos”, estreitando os laços com seus clientes. E a grande maioria –  pasmem, em 2018 – ainda não sabem trabalhar com elas!

Claro que não é errado sua empresa entrar na internet. E óbvio, ELA DEVE! Seja que negócio for, que tamanho for, enquanto uma marca não estiver na internet, ela terá um público limitado. Muitos donos de empresas resistem para entrar nas redes sociais, justamente porque não sabem mexer nelas. É preciso tempo, paciência e bom senso. E cabe à empresa, contratar alguém que tenha essas aptidões para trabalhar com isso. Lidar com pessoas de vários pensamentos e diferentes temperamentos não é fácil na vida real. Por que seria na virtual? E por experiência própria, nem sempre é fácil ler desaforos, e não responder. O fato de estarem atrás de um computador, com a falsa sensação de segurança, torna as pessoas corajosas, cuspindo fogo, se achando donas da razão absoluta. E ainda tem aqueles piores ainda: que xingam, ameaçam, “roncam grosso”…  rsrsrs Não é fácil, mas é rir pra não chorar, literalmente!

Quem trabalha com redes sociais passa por isso o tempo todo. E o segredo, qual é então? Contar até três (aproveitando que a pessoa não está nos vendo também), respirar fundo, soltar palavrões sem digitar. E calmamente responder, ponderando as palavras, e tentando assim, acalmar ou sensibilizar quem está lendo. É dessa forma, com carinho, que a gente toca no coração das pessoas. E faz elas lembrarem que, mesmo quando não as conhecemos de verdade e não estamos ao seu lado, somos “amigos”, e como tal, devemos nos respeitar e nos entender, com educação e sensibilidade de ambos os lados.

Que não é brigando que se entende, as marcas sabem muito bem. Qualquer estabelecimento usa a frase de que o “cliente sempre tem razão!”  Se sabem disso, porque não agem assim também nas redes sociais? Qual a dificuldade que elas ainda enfrentam nessa hora? A falta de “humanidade” nas redes. Quando o cliente está ao vivo, gritando, apontando um erro, ele quer falar com o gerente, o supervisor, o dono!!! PORRA, ele quer falar com alguém que vai tentar amenizar a situação.  Se essa pessoa for grosseira, não der razão ao cliente ou não mostrar empenho em tentar resolver, ele NUNCA vai conseguir manter sua empresa. Ou terá que contratar alguém para fazê-lo. UMA OUTRA PESSOA. Não vai adiantar o cliente pedir pra chamar o responsável, e o funcionário mostrar uma máquina pedindo desculpas. O cliente quer ALGUÉM, entendem? Ele quer ser ouvido e quer ser entendido.

E nas redes sociais, quem está, tem que ser ativo, tem que ser alguém!!! E é aí que as empresas erram. Porque das duas, uma:

1) A empresa não quer (ou não pode) investir no virtual, mas fazem seu perfil numa rede social porque ouviram falar que é essencial hoje em dia estar na internet! O dono ou um funcionário de qualquer área da empresa, entra numa rede social, e pronto! Coloca ali as informações, avisa das promoções, disponibiliza o telefone, e por aí vai…  De vez em quando acessa pra colocar uma novidade, e sai, acreditando que tá “bombando”!

2) A empresa quer e pode investir, e já sabe que TEM que estar na internet também! Contratam uma assessoria de imprensa, uma agência de publicidade, e acham que pagando por bons serviços, estarão fazendo um ótimo trabalho! Artes perfeitas, textos bem escritos, frequência diária, respostas automáticas… parece que estão “bombando” também!

Mas sabe qual é o problema de ambas as empresas? É que estar “bombando” pode ser muito legal quando a gente pensa em curtidas, em comentários, em números! Mas quando uma “bomba” realmente estoura, ambas também não sabem lidar com a situação. E por quê? Porque simplesmente não tem quem o faça. Porque simplesmente falta ali a “humanidade” da empresa.  Falta o funcionário bem treinado, alguém que responda para cada um, com carinho, com carinhas, com gracinhas… falta a amizade, a empatia, o cuidado… falta a demonstração de que CADA UM é importante, é amigo, é especial para a empresa!

Pessoas gostam de sentir especiais. Pessoas gostam de abraços, afagos e afeto. E como uma empresa pode fazer isso a distância? Respondendo “à mão” ao invés de mandar mensagens automáticas pra todo mundo. Não dá pra fazer com todo mundo, não tem problema. Demonstre carinho com um ou outro por dia! Note o que as pessoas estão falando da sua empresa, agradeça, compreenda, retribua! E quando errar??? Peça desculpas, repare o erro, reverta a raiva em enternecimento. É através do coração que a gente ganha o cliente! Uma marca nunca pode esquecer disso!

O olhar deseja (capriche nas fotos e no seu produto ao vivo), o valor vende (quem resiste à uma promoção?), mas o coração… ah, o coração!!! É através dele que o cliente se fideliza.  E é cativando ele, que você faz o cliente voltar, seja na sua rede social ou na sua loja física! Agrados, cuidado, carinho de verdade… fazem toda a diferença!

Se não houver a intenção de interagir de verdade com os amigos (nesse caso, clientes), porque raios uma empresa entra numa rede social? Porque ouviram dizer que estar na rede social  é importante? Sim, é importante! Mas tem que ESTAR de verdade. As redes sociais são para isso: SOCIALIZAR!!!

Trabalhar com as redes sociais não é complicado, não é difícil… mas sim, é trabalhoso! Porque requer “cuidado”! O que se escreve na internet, não se apaga, mesmo depois de ser deletado.  Milhares de pessoas veem ao mesmo tempo, e quando se tenta passar a borracha, alguém já copiou… Isso sem falar que,  muitas pessoas interpretam a mesma coisa de formas diferentes. O que pode gerar mais problemas. E aí, meu amigo, vira uma bola de neve. E a empresa que não responder, vai ter dor de cabeça, de verdade!

Aí eu chego no acontecimento do Carrefour. Mercado grande, presente em vários países, atuando nas redes sociais há anos, e ainda assim… tão distante de seus clientes! Com certeza contrataram grandes empresas de assessoria e comunicação para administrar suas redes sociais. E o que eles fizeram de errado então? Esqueceram de ter um funcionário para estar ali, presente nas redes. Aquele que vai responder de forma DIRETA E PESSOAL quando alguém GRITAR (porque a gente também GRITA nas redes sociais!!!) que quer falar com o gerente, o supervisor, o dono, ora bolas!!!  As agências contratadas fizeram seu habitual trabalho como sempre: artes lindas, sites bem estruturados, navegação excelente, promoções, categorias separadas, venda online, logística de entrega, enfim,  tudo pra facilitar. E pra socializar? Não é que tenham esquecido, mas isso só quem faz é gente, é um funcionário que conhece a empresa, a rotina, os funcionários, o dono…  Não existe algoritmo, cálculos ou códigos que façam o papel de uma pessoa. Consequentemente, NUNCA conseguirão responder pela sua marca como SENDO a sua marca. Haverá apenas aquela resposta automática, aquela gravação pronta, aquela frieza maquinal… e dessa forma, o cliente se revolta, fica mais indignado. E é nesse momento que ele quer “destruir” a imagem da sua empresa, porque de alguma forma, ele quer fazer você também se sentir como ele: insignificante! 🙁

E aí, eu pergunto: Não é o seu cliente o mais importante pra sua empresa? Então porque raios VOCÊ EMPRESA não se manifesta como um “amigo” na rede social e assume o seu erro? Por que é tão difícil ouvir o seu cliente ali? Por que é tão difícil entender que um funcionário para a internet é tão importante quanto um que esteja fisicamente no estabelecimento? Quando alguém na internet pedir pra falar com o gerente, o surpervisor, o dono… ele quer que essa pessoa venha falar com ele na rede social. E é esse funcionário que precisa fazer esse papel por você! Pedir desculpas, de verdade. Mas não com mensagens automáticas, isso só piora. Só faz o seu cliente se sentir mais insignificante pra você! Ninguém quer falar com uma máquina!

A gente não pode desfazer algo que já tenha sido feito, mas pode tentar amenizar a sensação dolorosa e o vazio criado pela “marca”, mostrando de forma REAL ao cliente, que a empresa está tão chateada como ele!

Um mercado tão grande, de um dia para o outro, teria condições de colocar um cão de algum abrigo em cada mercado do Brasil, ao lado de um segurança na entrada da loja, sendo funcionário também: com direito a crachá com foto, hora de almoço, casinha no estacionamento e algumas regalias. E claro, as devidas explicações na entrada da loja também, dizendo que o mercado não apenas REPUDIA o ato cruel do segurança de Osasco, e que vai colaborar para que os envolvidos sejam punidos, mas que quer fazer algo para ajudar os animaizinhos que ainda sofrem por aí. Que aquele novo cão ali na entrada da loja não irá nunca “substituir” o outro, mas será uma forma de lembrar à todos que o mercado NÂO COMPACTUA com o acontecido. Reverter a venda das rações no mercado para uma ONG, e dizer que espera assim, ajudar a tantos outros animaizinhos que sofrem ainda pelo abandono e maus tratos!

Se mostrar sensibilizado com o fato, como todo mundo, porque é isso que o cliente espera. Que por trás de uma grande marca, exista também um grande ser humano!

#DICA – Sigam o bom exemplo do Posto Ipiranga:

Comportamento, Dicas, Diversos, Eventos, Festas, Negócios, Polêmicos, Reclamações, Serviços

PARCERIA QUE NÃO INDICO

Ontem eu falei sobre as parcerias mega bacanas que tivemos na festa de um milhão da Jaque Sobrinho. E hoje eu queria falar sobre parcerias que não são legais.

Isso é uma coisa que a gente, como blogueira, conhece bem. Porque parceria bacana é aquela que tem equilíbrio. Tem que haver uma troca, de verdade! É um ganhando de um lado, e outro do outro. Tem que ser legal para os dois. E infelizmente, nem sempre é. 🙁

Eu não sou a favor de expor, acho que a gente tem que conversar, tentar entender o lado do outro. Porque no fundo, imprevistos podem acontecer, a gente sabe disso! As vezes a gente planeja, e na hora, no dia mesmo, dá tudo errado. E a gente acaba não conseguindo ajudar, mesmo tendo a boa vontade de ser parceiro em algum evento. Então, eu sou a favor da conversa entre as partes.

O DJ, por exemplo, a esposa passou mal na véspera, e ele não pôde comparecer. Ou seja, ficamos apenas com um operador de som da própria casa de festas. Mas ok, acontece! A gente sabe que acontece! Ele mesmo ligou para avisar, ou seja, se preocupou. Sabia que havia assumido um compromisso. Fez a parte dele como parceiro.

Mas infelizmente, existem pessoas que agem de má fé, e elas não vem com uma placa dizendo isso. As vezes agem até sem pensar, mas acredito que temos que responder pelos nossos atos. E quando eles acabam prejudicando um outro alguém, devem sim se justificar.  No post de ontem, eu citei a tal senhora que tem buffet (e vive nas fotos com blogueiras famosas), e não citei o nome dela. Ela me enrolou, me enrolou… deixou de me atender, mas não me deixou na mão! Não chegou a marcar nada comigo e deixou de cumprir! Ela simplesmente fingiu que ia ajudar, e foi deixando pra lá, deixando o tempo passar. Ela fingia interesse, que queria ajudar… mas no fundo não queria! Enfim… apenas deixei pra lá também! Essa nem chegou a ser parceira de verdade, e jamais será! Mas não tenho porque expor o nome dela aqui. Eu me chateei, mas ela não chegou a marcar nada comigo e me deixar na mão!

Mas um serviço em especial, tenho que compartilhar. Porque ele fez um valor X para estar na festa, e simplesmente não foi! E claro, só teria o serviço dele. Ou seja, acabou não tendo o que estava planejado, e nada para substituir. E pior, ele não falou nada!

Entrei em contato com vários barmans, e encontrei o Edson nas redes sociais. Entrei em contato com ele, mandei a proposta da parceria para a festa. Ele entrou em contato comigo, e explicou o que ele poderia fazer. Acertamos que o valor do material seria pago para cobrir os gastos dele, e ele super topou participar! Resolvemos os drinks, o local onde o bar ficaria. Até aí, tudo bem! E nos falamos até a véspera da festa. Tudo certo, eu pensava!

E no dia, cadê ele? Quando o horário de início da festa se aproximava, os parceiros todos foram chegando e arrumando seus espaços. E o bar lá, vazio… esperando pelo barman. Tentei ligar, mandei mensagem… e nada! Ele simplesmente desligou o telefone. Não recebia chamadas, não recebia mensagens, e não deu satistação alguma. Sumiu! O bar ficou lá, e em cima da hora, eu arrumei a bancada com pipocas prontas, para não ficar aquele balcão vazio no meio do salão.

Jaque nem fazia questão das bebidas,, porque não bebe nada com álcool, e a festa tinha mais crianças mesmo. Eu também não bebo, nem senti falta… rsrsrsrs Mas os convidados com certeza iriam gostar.  🙁 E o comginado não sai caro pra ninguém, já diz o ditado.

No dia seguinte, tentei contato, e nada! Ele me bloqueou no telefone. Entrei em contato pelas redes sociais, e ele me bloqueou em todas. Dá pra confiar num profissional assim??? Daí pensei: não gosto de falar de parcerias que não deram certo, porque as vezes pode acontecer. E se não for pra falar bem, não tem porque falar mal. Mas o barman me deu um por quê, de verdade!

Não posso dizer dos serviços dele como tal, porque ele nem se quer compareceu a festa. Mas posso dizer que ele não agiu como um profissional prestador de serviço, pois conversamos N vezes e acertamos tudo, e no dia, ele nem apareceu. Não nos atendeu, não nos deu nenhuma satisfação antes, durante ou depois da festa.

Para não passarem pelo mesmo problema que eu tive, fica aqui as redes sociais (das quais fui bloqueada) e o telefone de contato dele: Barman Edson ou Edinho  (21) 97046-3051 – Show Bar –

E vocês, já tiveram algum problema assim com algum parceiro de evento? Ou já passaram por outro problema devido a parcerias que não cumpriram sua parte? Me contem!

Super beijo.

Artesanato, Comportamento, Crianças / Filhos, Cursos e Educação, Diário da Si, Diversos, Polêmicos

RANÇO DE PRECONCEITO

Sabem… eu acho que a minha geração era realmente mais preconceituosa, de uma forma geral. As pessoas faziam piadas que magoavam os outros. Mas sinceramente, por outro lado, acho que as gerações mais novas também perderam a noção das coisas. Absolutamente TU-DO é preconceito hoje em dia! Não é a toa que essa nova geração é chamada de “mimizenta”, e sim, alguns também fazem mimimi por isso!!!

A questão é que pra tudo nessa vida, o bom senso é a chave de tudo!

A gente tem que rever conceitos, formas de falar, brincadeiras, enfim, tem que estar aberto aos debates e a ouvir a forma como o outro se sente diante de alguma coisa. Mas muitas vezes o preconceito é colocado na conta de quem, no fundo, não teve preconceito algum. E isso é extremamente irritante!

Tem gente que, não importa o que a gente escreva, fale ou desenhe, sempre vai dizer que existe um preconceito em alguma coisa, uma segunda intenção, ou sei lá o que:

Comentários como esse acima sempre existirão!!! Sinceramente, eu acho que pessoas que enxergam preconceito em absolutamente TUDO, precisam se tratar! Pelo amor de Deus!!! E é desse tipo de coisa que eu quero falar hoje, porque recentemente meu filho passou por uma situação bem “desnecessária” na escola, e sinceramente, um tanto quanto exagerada!

A professora de Artes, vira e mexe, passa algum trabalho de releitura de uma pintura famosa! E claro, sendo releitura, e ela sendo professora de adolescentes do 9º ano, ela os incentiva a serem criativos em suas obras. Diz que  não precisam utilizar a mesma técnica empregada na obra original, que podem (e devem!) misturar outras linguagens artísticas, misturar novas cores, elementos da atualidade, coisas que cada um vivencia… Enfim, deixa claro que o  foco principal da releitura é a criação de algo novo, porém mantendo como base a obra que serviu de inspiração.

Ótimo! E bora soltar a criatividade! Adoro essa parte. Mal de família, pois tenho uma irmã artista plástica, e professora aposentada de Educação Artística. Sempre ajudo filhote nos trabalhos (quando são trabalhos de casa), porque gosto muito de artes e qualquer trabalho manual. Então, ouço as ideias, dou sugestões, procuro exemplos…

E o primeiro trabalho desse tipo, que veio pra casa, foi o Abaporu, pintura a óleo da artista brasileira Tarsila do Amaral, uma das mais valorizadas no mercado mundial das artes:

Acima temos a pintura original, e abaixo várias releituras que eu e filhote buscamos na internet e achamos bem legais:

  

A primeira transformou o homem em mulher, colocou uma sandália de flor, enfeitou o braço com pulseiras. Ficou uma graça. A segunda robotizou o Abaporu e todo o cenário e arrasou no futurismo! A terceira é fã de Romero Britto, que nos dias atuais, todo mundo conhece! Tudo colorido ficou lindo! E por último, temos uma releitura que foi aquela que o filhote mais gostou. Daí, como ele é jogador de basquete… desenhou Abaporu de uniforme do Celtics (time que ele torce), com direito a tênis de cano e boné! O cacto se transformou numa base com a cesta e o sol deu espaço a uma bola de basquete, que o Abaporu estaria encestando! PONTO!!!  Ah, sim a professora adorou! E ficou realmente lindo, pena que não fotografei pra mostrar aqui.

Mas hoje quero mostrar a nova releitura do filhote, que seguiu a única recomendação feita pela professora: transformar a pintura de uma mulher qualquer feita pela artista Anita Malfatti, numa mulher negra!

 

A obra original de Anita, se chama: “Moça com Fita Azul”, e filhote nomeou a dele “Moça Negra com Fita Vermelha”.  Certo de que estava mais uma vez fazendo a coisa certa: alterou a cor da roupa para rosa (que diz ser muito usada pelas meninas), manteve pulseiras e laço para ornamentar (combinando com a cor vermelha), e escreveu na roupa a palavra RANÇO, que hoje em dia é vista nas camisas de várias meninas por aí, e vendem em qualquer esquina, porque são MODA!!! Ranço é a decomposição ou modificação que sofre uma substância gordurosa em contato com o ar, causando um gosto ruim e a um cheiro desagradável, como um mofo. Como gíria, significa nojo ou raiva de algo ou alguém. Comum no dialeto jovem também, e por isso se tornou modinha nas camisas.

Mas… a professora não aceitou o trabalho! Disse que a palavra RANÇO nitidamente foi preconceito do meu filho (branco, loiro e de olhos claros), com a pintura da moça negra do quadro. Ele ainda argumentou sobre a moda, e que claro, não escreveu RANÇO para demonstrar o que ele sente pela negra pintada. Escreveu na camisa dela porque hoje em dia as meninas usam muito camisas com essa palavra, é modinha… e daí achou que a releitura estaria mais “moderninha” também. Foi corroborado pelas amigas negras da sala.

Enfim… nada adianta a gente tentar explicar quando o outro não quer entender. A professora não quis entender, não aceitou, mandou trazer de volta pra casa e fazer alguma coisa que não fosse preconceituosa na camisa!!! Ok, ficou ali uma faixa vermelha, cheia de bolinhas coloridas, para tapar o RANÇO.

Eu achei extremamente louco, sinceramente! Mas, fazer o que…

Não creio muito em “racismo reverso” como na imagem acima, porque acho que o negro ainda “sente na pele” tudo e carrega em si um preconceito inimaginável por nós, privilegiados pela nossa cor. Mas o que está em questão, não é o racismo, é a forma como as vezes julgam o outro, vendo o racismo onde ele não existe, entendem? Me digam vocês, o que acham, de verdade? Exagerado ou não? Eu confesso que tenho RANÇO de quem vê preconceito em tudo… enche o saco, isso sim! Quando eu disse lá no início do texto que tem coisas que é muito mimimi, é de coisas desse tipo que estava falando. Eu não estou falando apenas de brancos e negros. Estou falando no geral. Em todo e qualquer tipo de preconceito. Entendo que o negro sofre as consequências até hoje por algo que aconteceu lá atrás, e que nós, como brancos, muitas vezes não conseguimos enxergar o quão isso ainda os machuca. Mas cutucar uma ferida aberta, também não é uma forma de curá-la. E julgar o outro como sendo preconceituoso e racista, por uma coisa que VOCÊ viu dessa forma, mostra mais o SEU preconceito (muitas vezes não demonstrado, mas ainda incubado no seu inconsciente). É aquele ditado: “Quando Pedro me fala sobre Paulo, sei mais de Pedro que de Paulo.”

Eu apenas queria dizer sobre a atitude da professora, que não aceitou o trabalho acusando de preconceituoso, e nem ao menos o argumento, pois nunca viu nenhuma menina com esse tipo de camisa! Oi??? Onde ela vive???

Vai entender…

Comportamento, Diário da Si, Polêmicos

PREFIRO PUXAR SACO QUE TAPETE

Sabe, eu sempre tive fama de “puxa-saco” nos meus trabalhos. Ou “caxias”, “dedo duro” e etc, etc, etc. Nunca me incomodei. Mas porque me chamavam assim? Porque eu sempre fui de vestir a camisa, sempre!

Sou rigorosa com horários a cumprir (incluindo de almoço), sou pau-pra-toda-obra e ajudo em qualquer setor que precise, sem reclamar! Gosto de ajudar a organizar as coisas, gosto de buscar soluções, gosto que as coisas deem certo. #SimplesAssim

Porque quando as coisas dão certo, não é bom apenas para mim, mas pra todo mundo!

Eu acredito muito no trabalho em conjunto (apesar de ser centralizadora, confesso! rs). Confio nas pessoas com facilidade, aceito dividir para somar! E sempre tento fazer meu trabalho da melhor forma possível!

Na internet isso não é muito diferente. Acredito que as pessoas são aquilo que são na vida real, aqui também! E vira e mexe tem alguém que decepciona a gente, que tenta passar a gente pra trás, desmerecer nosso trabalho, enfim… vai entender o que ganham com isso!!! Eu prefiro ganhar dinheiro, e amizades sinceras! Já pra quem acha que puxar tapete é melhor, vai um F bem grande:

Bombril para blogs, Comportamento, Diversos, Famosos, Notícia, Polêmicos

COMPRAR SEGUIDORES É O MESMO QUE ENGAJAMENTO?

Oi gente linda 🙂

Eu queria escrever um textão hoje, mas tô na correria porque amanhã é dia dos pais, vai ter almoço com a família aqui em casa, e a noite ainda tem o aniversário da Dama! Ohwn… 15 anos, minha gente! Então, pra variar, eu tô na correria. Mas na próxima semana eu vou colocar muito o papo em dia, e tenho muitas coisinhas para dividir com vocês aqui.

Quem me acompanha também no youtube, sabe que normalmente aos sábados eu solto o verbo… rsrsrs É o dia de mandar um F*3@-se para alguma coisa! Então, aperta o play pra ver:

E aproveitando a temática do vídeo, sobre a compra de seguidores e curtidas, eu achei uma matéria super bacana, que trouxe lá do site Hypeness : um experimento da agência MediaKix, que elaborou 2 perfis falsos no instagram, e conseguiram “trabalhos” para eles, dá pra acreditar???  Vejam:

A profissão do momento parece ser a de “influenciador digital” e muitas marcas já estão tentando aprender como trabalhar em conjunto com estes novos profissionais. Porém, um experimento realizado pela agência Mediakix mostra como é fácil fingir ser uma estrela do Instagram – e ainda ganhar dinheiro com isso.

Para compor a experiência, a agência criou duas contas falsas na rede social. A primeira delas era a conta de Alexa Rae (ou @calibeachgirl310), uma jovem moradora de Santa Mônica com foco em moda e estilo de vida. A outra conta pertencia a Amanda Smith (@wanderingggirl), uma influenciadora com foco em viagens e fotografia.

Para a primeira conta, foi contratada uma modelo local para um ensaio fotográfico de um dia, em que foram produzidas diversas fotografias que seriam compartilhadas ao longo do tempo na rede social. A outra conta utilizou apenas fotos de bancos de imagens e era usada para compartilhar principalmente fotografias de cenários incríveis.

O segundo passo da experiência foi comprar seguidores. Por um preço que variava entre US$ 3 e US$ 8, eram comprados cerca de mil seguidores ao dia. Ao longo de dois meses, as contas arrecadaram 50 mil e 30 mil seguidores, respectivamente. A próxima etapa da farsa foi comprar engajamento, pagando cerca de US$ 0,12 por comentário e entre US$ 4 e US$ 9 por cada mil curtidas nas fotografias publicadas.

Com as falsas influenciadoras perfeitas, os criadores da experiência inscreveram as duas contas em plataformas de influenciadores digitais e conquistaram quatro anunciantes pagos, dois para cada uma das contas. Os anunciantes ofereceram US$ 130 no total para a conta @wanderingggirl e US$ 400 para a @calibeachgirl310. A experiência completa pode ser vista aqui.

O propósito do experimento não era apenas mostrar o quão simples pode ser forjar a influência na web, mas também alertar anunciantes sobre como proceder na hora de contratar influenciadores e sobre a importância de analisar de antemão o real impacto de cada conta contratada. “Enquanto é verdade que sites e softwares podem detectar contas falsas, o fato de que nós conseguimos enganar plataformas e marcas mostra que as ferramentas disponíveis não estão fazendo um bom trabalho para prevenir esta forma de fraude“, conclui a empresa.

Claro que comprar seguidores não é o mesmo que ter engajamento. Mas foi-se o tempo que comprar engajamento não era possível…

Eu acho que as marcas ainda tem que aprender muito sobre analisar o trabalho dos influenciadores. Tem que avaliar tempo de trabalho, tem que conhecer a história, procurar o perfil e as redes pessoais… ver o tipo de trabalho que se tem, avaliar tudo! E dificilmente as marcas fazem isso. Muito dificilmente.

E vocês, o que acham disso?

Super beijo.

 

Comportamento, Crianças / Filhos, Diário da Si, Diversos, Notícia, Polêmicos

QUANDO NÃO SER MÃE É A OPÇÃO

Oi gente linda! 🙂

Diariamente eu recebo muitos releases, dos mais variados assuntos… Eu dou preferência aos assuntos que não sejam fofocas e famosos. E consequentemente, isso me leva a ler as mudanças mundiais, lutas vencidas, e as mudanças de comportamento. Aliás, comportamento e pessoas são meus assuntos preferidos!!!

Ontem ou anteontem, li um artigo sobre o “Essure“, já ouviram falar?

Essure  é um método contraceptivo permanente e irreversível. Consiste em um dispositivo macio e flexível feito de aço inoxidável, revestidos por uma capa de níquel-titânio. Com cerca de quatro centímetros de comprimento e espessura de um fio de cabelo (semelhante a pequenas molas).

essure3Essure1
Inserido pelo canal vaginal até o útero e, dele, até o local de implante, por meio de um aparelho extremamente fino, denominado histeroscópio. O procedimento é rápido e não necessita de anestesia. Permite que a mulher, rapidamente, volte a executar suas atividades normais sem repouso.

A ação leva cerca de três meses para que as tubas uterinas sejam completamente bloqueadas, portanto, é importante a utilização de pelo menos um método contraceptivo durante esse período. Este produto não contém hormônios e, dessa forma, não altera o ciclo menstrual da mulher.

As mulheres têm conseguido, ao longo dos anos, conquistar mais espaço no mercado de trabalho e boas posições em grandes empresas. A educação formal e a globalização influenciaram essa conquista. Durante muito tempo, o preceito de “casar e ter filhos” eram características socialmente atribuídas à mulher. Hoje, ao contrário, o desejo de priorizar a ascensão profissional substitui a opção por ser mãe em muitas mulheres. Eu, particularmente, sempre tive o sonho de me tornar mãe. Planejava pelo menos uns 6 filhos, talvez 8. Confesso que a opção de parar no segundo filhote foi mais financeira mesmo. É difícil criar filhos, financeiramente falando. rsrsrs

Porque a gente sempre quer dar o melhor para eles. E o mundo está cada vez mais caro. E não estou falando de itens extras não… estou falando só do basicão mesmo: moradia, comida, vestuário… Porque se colocar o lazer e a modernidade na ponta do lápis, dá vontade de chorar, né não????

No calor do Rio de Janeiro, por exemplo, uma noite de 40º, sem ar condicionado, é algo quase insuportável. Pelo menos 2 ventiladores em cima, e um no teto!!! kkkkkkkk

Um dia no cinema, com apenas meus 2 filhotes, já não sai por menos de R$ 80 reais (sem ser no fim de semana e com combo família de pipoca, que já é pra economizar!!! rsrsrs).

Mas isso NUNCA me fez pensar na opção de não ter filhos. Antes de tê-los, eles já eram desejados à frente da realização profissional e financeira. Deixaria qualquer coisa para vivenciar a maternidade. E confesso: não me arrependo. Faria tudo de novo! Porque olha… VALE A PENA!

Hoje em dia, conforme mostram os estudos, e conforme a gente vê por aí também, a maternidade acaba sendo empurrada para frente em nome da liberdade e do trabalho e, quando a maioria atinge o ápice profissional aos 40, sente que o momento para ser mãe já passou. E esse é o motivo que leva grande parte das mulheres a procurarem maneiras definitivas de contracepção como a laqueadura cirúrgica, um dos métodos mais conhecidos. E o tal “essure” acabou chegando como uma alternativa minimamente invasiva, que é a laqueadura por via histeroscópica.
O procedimento, apontado como “padrão ouro” na Europa e Estados Unidos, é simples e não exige internação, incisões ou anestesia, bem como o afastamento das atividades. Trata-se de um microimplante macio e flexível, de apenas quatro centímetros, em titânio e níquel (materiais que apresentam excelente compatibilidade com o organismo) que, introduzido pela vagina através de um equipamento extremamente fino (histeroscópio), é colocado em cada uma das tubas uterinas. O método é realizado em cerca de 5 minutos.

Nas semanas seguintes ao procedimento, o corpo trabalha em conjunto com os microimplantes na formação de uma barreira natural que impede o espermatozoide de chegar ao óvulo. Por esse motivo, durante os três primeiros meses, é preciso que a mulher continue utilizando outra forma de contracepção, até ser confirmada a oclusão por meio de radiografia.

Confesso que não sei muito bem o que pensar sobre essa opção. Mas acho que se a mulher decide que não quer ter filhos, me parece uma opção segura para fazê-lo, e super prática. Achei o método interessante para quem opta por esse estilo de vida: sem filhos!

Filhos… mudam a nossa vida para sempre! Pra mim, é um amor que não se compara a nenhum outro, e que nos torna seres humanos melhores, a cada dia! Mas claro que isso não funciona assim para toda mulher. Se funcionasse, não teríamos mães matando filhos, abandonando, dando para adoção. Esse é um sentimento que tem que estar DENTRO da mulher, e não imposto pela sociedade ou pela família. Cada um tem sua vida, e cabe ao próprio optar por vivê-la de modo pleno.

Para mim, a plenitude de uma mulher, inclui os filhos! E se minha condição financeira tivesse permitido (porque agora já não adiantaria mais… rsrs), eu teria muitos deles! “Porque o amor é a única coisa que cresce, a medida que se reparte!” Mas como grifei, essa foi a minha opção. E opções não são regras!

E vocês, já ouviram falar desse procedimento? O que acharam dele? Qual a sua opção para a vida? Me contem!

Bjks!