♥ LADO B: OS FILHOS DA PSICOLOGIA ♥

em 01 setembro 2014

Bom dia!
Bem, quem é da "minha época" conhece muito bem essa expressão que eu coloquei no título. O "lado B" (que era o lado do antigo "vinil" ou "LP" com as músicas que provavelmente não seriam as "principais de trabalho"...rs) é aquele lado que todo mundo tem e que TUDO também tem na vida...
Bom...Ruim!
Alegre...Triste!
Cedo...Tarde!
Claro...Escuro!
Pois é... e entre um e outro, na vida, há uma gama enoooooooooooorme de entremeios, de poréns...
Dia desses eu comentei num post da Clau Finotti sobre "Educação", onde ela colocou seu ponto de vista no tão polêmico "quem bate para ensinar, ensina a bater". Bem, daí, eu e algumas poucas pessoas deixaram um comentário... com suas devidas opiniões também. Mas, ontem eis que abro meu e-mail, e lá havia uma mensagem, dizendo "poucas e boas" sobre o tal comentário!!! Vejam bem, não sou a favor de ESPANCAMENTOS ou SURRAS em ninguém, especialmente crianças, que concordo que não se tem como se defender.

Ledo engano que a escola é que dá...

"Educar é uma arte! Requer atenção, amor, doçura, firmeza e paciência... muita paciência! E através dela, aprender a educar-se enquanto educa a criança!
Educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é pra sempre!
Se não aprendeu ganhando, outros que aprender perdendo.
Quem educa é pai e mãe.

Amar é tomar prejuízo... mas é um prejuízo que vale a pena!
Blog Infinito de 



os avós tem mais é que "estragar" os netos, dar a eles a liberdade que gostariam de Ter dado aos seus filhos, mas que, por força da necessidade de educá-los, não puderam fazer. Os avós realizam com os seus netos todos os desejos reprimidos que tiveram enquanto pais.






















Satisfazer as vontades dos netos é bem diferente de se tornar escravo dos desejos dos netos. É óbvio que avós que amam seus netos, sentem-se bem em satisfazer a vontade deles, mas, justamente por amarem, devem saber o momento exato de dizer não. Amar demais pode ser tão prejudicial quanto não amar, portanto, os avós devem estar atentos para o momento em a satisfação das vontades pode prejudicar seus netos ou a eles mesmos. Mas esse momento só existe se a convicência for diária!!! Se o neto vê a vovó nos finais de semana, nada mais "amoroso" do que "dar tudo..." ou o famoso "na casa da vovó pode tudo..." Porque isso é normal e gostoso quando não é a vovó que cuida. A partir desse momento, se a vovó é parte daqueles que dão "educação" aos netos, esse "tudo pode, tudo tem" só prejudica!!!!



perda da autoestima, sentimentos de abandono e dependência, eventuais sintomas psicóticos, déficit cognitivo variável, idéias de ou suicídio. Assim, é necessário um encaminhamento psicológico.



























Os psicólogoss podem encontrar duas categorizações da depressão, sendo eles o episódio depressivo maior ou depressão endógena que deve apresentar pelo menos cinco dos seguintes sintomas, presentes durante um período de duas semanas, humor deprimido, interesse ou prazer acentuadamente diminuído, perda ou ganho de peso quando não em dieta, insônia ou hipersonia, retardo ou agitação psicomotora, fadiga ou perda de energia, sentimentos de inutilidade ou culpa excessiva, capacidade diminuída de pensar ou de concentrar e pensamentos recorrentes de morte (BALLONE, 2001).





















Zimerman (2000) enfatiza que no transtorno de adaptação com humor deprimido, depressão reativa ou secundária, os critérios são a presença de sintomas emocionais ou comportamentais em resposta a estressores, identificáveis que ocorrem dentro de 3 meses do início dos estressores, sintomas ou comportamentos clinicamente significantes como: angustia acentuados, comprometimentos significativos no funcionamento social ou ocupacional.


































Já quando Manfred e sua esposa Marísia estavam estabelecidos na capital paulista, Suzane, estudante de Direito da PUC, começou a fazer caratê e jiu-jitsu na adolescência, e na mesma época seu irmão Andreas começou a fazer aulas de aeromodelismo, por meio do qual Suzane conheceu Daniel Cravinhos. Suzane acompanhava as aulas do irmão, ministradas por Daniel, aos finais de semana e começou a namorá-lo com o consentimento de sua mãe, Marísia.





















Contrariando as alegações de Daniel Cravinhos, a jovem disse que usou drogas pela primeira vez no Natal de 1999, acompanhada pelo namorado, que lhe ofereceu maconha.





















Daniel Cravinhos vem de uma família de classe baixa da capital paulista. Existem hipóteses de que este era o motivo pelo qual os pais de Suzane não aceitavam o namoro; porém, a versão mais aceita era a de que isto se devia ao envolvimento de Daniel com drogas. Suzane sustenta que passou a consumir drogas por influência dele





É duro ter nascido e morar em um país de faz de contas.




É duro que agüentar e engolir tanta besteira protagonizada pela classe política, que infelizmente, é eleita pelo povo.



Foi preciso fazer um projeto para criar uma aberração de lei chamada de “Ficha Limpa” para tentar barrar a candidatura de bandidos que deveriam estar na cadeia.



O cidadão comum, mesmo sem ter a ficha suja vai para a cadeia por qualquer motivo.



Nos países onde a justiça e a lei são menos imparciais, um simples romance extra conjugal derruba altas autoridades dos governos.



Aqui, garotas de programas são contratadas como “acompanhantes de executivos” e frequentam os gabinetes acarpetados do poder.



E tudo pago com o dinheiro do contribuinte.



Agora os idiotas estão falando em criar outra aberração: uma lei para ensinar os pais educarem os seus filhos, proibindo-os de dar uma palmada ou um pequeno beliscão.



E o que é pior, com o respaldo de profissionais da psicologia e psiquiatras, que, na minha opinião são médicos de elite, pobre dificilmente tem acesso a estes profissionais.



Está mais cristalino do que nunca, que pais de verdade não agridem seus filhos por prazer ou por motivos banais.



É sabido que filhos bem educados levaram no máximo umas três ou quatro palmadas quando crianças.



Pergunte aos acima dos cinqüenta anos, como eu, se a maioria não agradece as correiadas, muitas vezes exageradas, dadas pelos nossos pais? Com raríssimas exceções, todos que levaram algumas palmadas na hora certa, se transformaram em cidadãos do bem.



Os tempos são outros, dizem os psicólogos, que na minha juventude eu nem sabia que existiam.



É claro que os tempos são outros, a modernidade veio para confinar nossos filhos na frente de uma tela fria e colorida com cores artificiais.



Mas, se os pais perderem o direito de educar os filhos, quem irá estabelecer os limites para que eles entendam onde começa e termina os seus direitos?



A rua?



O traficante?



As drogas?



A ignorância?



Aí então a geração sem limite vai continuar incendiando pobres nas ruas, e quando se tornarem adultos, enchendo as cadeias?



Temos o estatuto da Criança e do Adolescente que veio para engessar deveres e colocar em colisão, a criança e jovem com seus pais e professores, que amparados pela lei, praticam crimes única e exclusivamente pela certeza da impunidade.



É constrangedor ouvir de uma professora, que quando ela aciona o Conselho Tutelar para um aluno, dificilmente é atendida, mas, quando o aluno aciona para a professora, o atendimento é imediato.



Agora estão querendo aprovar esta lei idiota, para dizer aos nossos filhos, que temos obrigação de tolerar seus desaforos, e que não podemos repreendê-los, como e quando quisermos.



Há três anos, eu tive que pegar o meu filho de 17 anos pelo colarinho da camisa e encostá-lo da parede, para que pudesse entender que três horas da manhã não era o horário ideal para estar na frente de um computador vidrado em um joguinho idiota e que transforma nossos filhos também em idiotas.



De vez em quando, tomando uma cerveja juntos, damos boas gargalhadas quando lembramos este episodio, até hoje ele me agradece por ter se livrado do tal jogo.



Quem irá fiscalizar esta lei?



Condenar um pai ou uma mãe, por dar umas palmadas merecidas por um filho desobediente, chega às raias do absurdo.



E mais uma vez, psicólogos e psiquiatras vem com a balela que uma palmada pode deixar marcas no comportamento psicológico do filho.



Isto é verdade.



Deixa marcas.



De alguém que ama e quer que o filho cresça, sabendo respeitar o direito de todas as pessoas, independente a cor da pele, da idade, ou do saldo na conta bancaria.



Deixa marcas.



De alguém que ama e sabe que muitas vezes a palmada necessária dói mais nele que nos filhos.



Tenho certeza absoluta, que os pais que fizeram todas as vontades dos filhos, tivessem dado também algumas palmadas, milhares de jovens não estariam nos braços das drogas e da violência.



Tenho certeza absoluta, que se todos os pais que espancaram os seus filhos tivessem dado apenas palmadas na hora certa, muitos jovens não estariam abandonados em abrigos ou se drogando, prostituindo e roubando pelas ruas.



Não tenho filhos na idade de levar palmadas, se tiver netos, não pensarei duas vezes quando elas forem necessárias.



Geraldo Eustáquio Ribeiro



Postado por Willian Lira Felício em http://ew-willianlira.blogspot.com/









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