O FEED NOS ENCHE, MAS NÃO PREENCHE!

Recebi por e-mail esse texto, do Boletim Faísca, e achei bem interessante para compartilhar aqui, já que estou num "desafio" de postar diariamente, e de fazer ao menos stories... tentando manter todas as redes sociais "ativas". Em contrapartida, não tenho notificação de nenhuma rede e fico tranquilamente sem celular. Mas confesso que o blog (o meu maior xodó), acaba ficando para depois... 

Deixo a reflexão abaixo para todos! 




Em quantas redes sociais você se mantém ativo? 

Quantos aplicativos têm baixado no seu celular para receber notificações intermináveis que nem consegue acompanhar? 

Quanto tempo consegue ficar sem conferir o próximo feed?


A nossa espécie evoluiu ao ponto que chegamos graças à nossa capacidade de criar laços, formar bandos, apoiar e cuidar uns dos outros.

Centenas de milhares de anos depois, o nosso valor social é mensurado pela nossa presença digital. 

Hoje, o nosso bando cabe na palma da nossa mão e é formado por linhas de código, enquanto a nossa versão em carne e osso tem importância secundária. E toda vez que bloqueamos a tela, sentimos o mesmo vazio.

Relações sociais dão trabalho. Exigem entrega, cumplicidade, paciência e tempo de dedicação. Nas redes, tudo é abreviado, instantâneo, quase etéreo. Superficial.

E é isso que nos resta. Nós usufruímos da superficialidade porque ela é a nossa tábua de salvação. Nos blinda do esforço, da realidade e do risco. É nesse vácuo — entre o esforço e a superficialidade — que novas formas de “social” começam a surgir.

Afinal, como mergulhar fundo quando o raso parece ser a única possibilidade?

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