♥ ÍNDIO CORNO ♥

Santa ignorância!!!
Há dias quero escrever sobre o "Mani & oca", um local super bacana que eu conheci na semana passada. Bem, eu já passava na frente do local há algumas semanas (desde filhote começou na nova escolinha de basquete). E lá do outro lado da rua, eu sempre achava graça, porque essa aí é a frente do local:

Explico: as cores chamam atenção, tudo é uma graça, alegre, bonito mesmo! Mas há o desenho de um índio e uma índia segurando um bebê loirinho... e eu pensava na minha mente: "Esse é o bar do índio corno!!!"
E perguntava a mim mesma: "Porque não pintaram o cabelinho do bebê preto também???"

Lá dentro ainda tem uma menina, também loirinha, de biquíni, bem brasileira.
 Tudo é uma graça, mas o tal bebê me intrigava...
E um dia depois do basquete, atravessamos a rua para conhecer o tal bar do "índio corno".
Enfim, o bar por dentro é uma delícia também! Super aconchegante, cheio de coisinhas naturais, tudo lindo demais, demais mesmo! De extremo bom gosto! E quase tudo é feito de aipim. Comi uma empadinha deliciosa com recheio de frango (massa de aipim, claro!):

Consistência gostosa, sabor maravilhoso, tudo perfeito!
E lá dentro tem a história do "índio corno", para matar a curiosidade de alguns que como eu, não conhecem todas as nossas próprias lendas!

A HISTÓRIA DE MANI&OCA
"Conta-se que há muito tempo, havia numa tribo indígena uma indiazinha tão bela e tão delicada que todos a amavam. Mani era diferente. Mani tinha a pele clara, lindos e longos cabelos claros e sempre um sorriso no rosto, a iluminar os passantes. Mani comia pouco e bebia pouco, e parecia esconder um mistério. Numa bela manhã Mani não se levantou da rede, amanhecera doente. O pagé deu ervas e bebidas à menina. Mani apenas sorria, estava muito doente, mas sem dores. Nada adiantou. E sorrindo, Mani morreu! Os pais enterraram-na dentro da própria oca e regavam todos os dias a cova com água, como o costume das tribos Tupi, mas também com muitas lágrimas de saudade.  Um dia perceberam que da terra onde estava Mani, rompia uma plantinha verde e viçosa. A plantinha desconhecida crescia depressa. Cavaram um pouco e viram raízes grossas e morenas, e da cor dos curumins, nome que dão aos indiozinhos. Mas sob a casquinha marrom, lá estava a polpa branquinha, da cor de Mani.
"Vamos chamá-la de Mani Oca", resolveram os índios, transformando a planta em alimento. E até hoje em todo o Brasil, quem não gosta de Mandioca????"
Dentro do bar tem a foto da "menina Mani" maior (a "brasileira" que mencionei lá em cima... rsrsrs):

Lá de fora não dá pra ver as "raízes" dos cabelos de Mani, porque as mesas estão na frente!
Enfim, vale a pena conhecer esse local charmoso e gostoso!


Notícias DINO

Atualizações do Instagram

Subir