Acredita que eu ainda não tinha assistido esse filme????
Pois é... eu que adoro filmes de terror. Sempre acompanho sinopses e lançamentos no site Boca do Inferno! Com esse nome, você já imagina que lá só tem filmes "mamão com açucar" né?rsrsrsrs
Eu já disse que adoro os românticos, infantis, comédias... e aqueles que me fazem chorar também (acreditem: até as comédias fazem isso comigo!!!! Putz! Sempre tem um momento "triste", que toca aquela música...rsrsrs E lá estou eu chorando...)
Mas eu adooooro um filme de terror! Não assisto sozinha, morro de medo, alguns fico impressionada mesmo... quero alguém junto, quero abraço, quero segurar na mão de alguém...kkkkkkkk Mas adoro mesmo assim! Enfim, quem não assistiu o clássico "O Exorcista"? Mas, desde que lançaram "O exorcismo de Emily Rose" eu nunca tinha pensado em vê-lo. E esses dias, estava passeando nos canais da oi, quando o filme em questão ia começar... É do mesmo diretor de O Exorcista, e o filme não tem quase cena de terror (ou horror) nenhuma! A história é meio "mista", tudo se passa mais no julgamento do padre, na história da advogada agnóstica até o caso... enfim, tem uma história meio light para um filme de terror. Mas é uma história real (o que eu adoro mais ainda... he he he) Quem vê a capa nem imagina que seja "tranquilo"...
O fato é que a Igreja Católica sempre "desvia o assunto" referentes a esses rituais, e todo mundo sabe que eles existem. Enfim, diz-se que o próprio Papa João Paulo II foi quem autorizou o tal diretor a ter acesso as fitas de áudio (que aparecem no filme mesmo, do próprio exorcismo da menina) e as fotos dela, para que o mundo pudesse saber que forças malignas existem sim! Abaixo o vídeo com fotos da Anneliese (a Emily do filme) e a gravação original de momentos do exorcismo.
Quer saber a história real?
A historia real:
Anneliese nascera em 1952, na Baviera, recanto alemão de arraigada tradição católica. Por volta dos dezesseis anos, desencadeou-se em Anneliese uma torrente de sintomas que, ao menos na aparência, sugeriam problemas mentais. A Clínica Psiquiátrica de Würzburg chegou a um diagnóstico: Anneliese padecia de epilepsia associada à esquizofrenia. Inciou-se um tratamento intensivo, que durou um ano. Supostamente recuperada, Anneliese completou o segundo grau. Posteriormente, ingressou na Universidade de Würzburg, iniciando o curso de Pedagogia.
Mas os estudos foram interrompidos. As vozes e visões demoníacas se tornaram cada vez mais constantes e opressoras.
Como no filme de “Emily Rose” Anneliese assumira um comportamento agressivo. Consta que a moça “insultava, espancava e mordia os outros membros da família, além de dormir sempre no chão e se alimentar com moscas e aranhas, chegando a beber da própria urina. Anneliese podia ser ouvida gritando por horas em sua casa, enquanto quebrava crucifixos, destruía imagens de Jesus Cristo e lançava rosários para longe de si. Ela também cometia atos de auto-mutilação, tirava suas roupas e urinava pela casa com freqüência”. Frustrado o tratamento psiquiátrico, os pais de Anneliese buscaram o auxílio da Igreja. O padre Ernest Alt acompanhou o caso. Em 1974, ele chegou à conclusão de que havia indícios veementes de possessão demoníaca, o que requereria a realização de exorcismo. Mas somente em setembro do ano seguinte o bispo de Wüzburg autorizou o ritual, conforme os procedimentos previstos no Rituale Romano.
Durante as sessões, Anneliese, muitas vezes, “tinha que ser segurada por até três homens ou, em algumas ocasiões, acorrentada”. Argumenta-se que ela “lesionou seriamente os joelhos em virtude das genuflexões compulsivas que realizava durante o exorcismo, aproximadamente quatrocentas em cada sessão”. Annelise tinha cãibra intensas que paralisavam seu corpo por dias.



